07.06.2016
Os sete cidadãos holandeses, a maioria de origem magrebina, que produziam drogas num armazém, em Trajouce, conforme Cascais24 avançou em primeira mão, estão a ser alvo das atenções do Serviço de Informações de Segurança (SIS), apurou Cascais24.
Os oficiais de informação da "secreta" portuguesa estão a analisar o passado e o presente dos suspeitos, todos em prisão preventiva e, sobretudo, qual o destino dado aos lucros com o tráfico para a Europa.
Os serviços de "inteligência" portugueses pretendem descortinar até que ponto esta rede não estaria a financiar uma qualquer fação ligada ao terrorismo.
Todos os suspeitos, à exceção de um português, apanhado na mesma rede, estariam em território nacional há menos de um ano e tinham um "comportamento" muito discreto.
Os suspeitos produziam a droga no armazém alugado em Trajouce e procediam ao seu escoamento de forma
dissimulada, através do recurso a empresas transportadoras.
"Pela dimensão do armazém, conhecimentos demonstrados
no cultivo da planta por parte dos detidos e pela tecnologia empregue, tudo
indica ser um espaço de cultivo de cannabis altamente desenvolvido e com uma
capacidade de plantação e secagem em grandes quantidades, provido de estufas
térmicas, com sistema de purificação da água e de rega automatizado, assim como
a iluminação de última geração", revelou, então, a PSP.
Na operação, desencadeada pela brigada antidroga da Esquadra de
Investigação Criminal da PSP de Cascais, para além dos sete detidos -
seis homens e uma mulher, com idades entre os 30 e os 54 anos - foram
confiscadas 14.430 doses de liamba, mais 1.060 sementes de cannabis
sativa, cinco mil euros em numerário e um veículo de gama alta.
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